Foto: Mochos
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Devolução à Natureza de águias-d’asa-redonda
A 6 de novembro de 2015 foi devolvida à Natureza uma águia-d’asa-redonda (Buteo buteo) na Escola EB1 do Prado, em Ferreiros (Vila Real). Esta ave foi encontrada por um particular, e chegou ao CRAS-HVUTAD incapaz de voar, com fratura de uma das asas. O seu processo de recuperação incluiu tratamento médico e cirúrgico, alimentação adequada e treino de voo e de caça, conjuntamente com indivíduos da mesma espécie.
Esta atividade decorreu durante a “Feira de Outono” organizada pela Eco-Escola EB1 do Prado, e contou com a presença de entidades como o Parque Natural do Alvão e a Câmara Municipal de Vila Real”.
O vídeo da devolução já se encontra disponível na nossa página do facebook [VER]
A 8 de novembro de 2015 foi devolvida à Natureza uma águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) em Lamas d’Olo, em pleno Parque Natural do Alvão. Esta ave deu entrada no CRAS, encaminhada pelo SEPNA de Vila Real, com fratura de uma das asas causada por disparo. O seu processo de recuperação incluiu tratamento cirúrgico e de suporte, alimentação adequada e, numa fase final, treino de voo e de caça, juntamente com outras águias-de-asa-redonda em recuperação.
Esta devolução decorreu durante o “II Encontro Micológico de Vila Real” organizado pela RUPESTRIS, a quem desde já felicitamos pela realização desta excelente atividade, que permitiu juntar os conhecimentos da flora e da fauna local.
Relembramos que é “ilegal abater qualquer espécie animal protegida (DL nº 316/89 de 22 de Setembro, transposição para a legislação nacional da Convenção de Berna – Anexo II) e que existem leis específicas para regular a atividade cinegética (espécies animais e respetivas épocas e meios de caça). Apesar de se notar uma evolução positiva, existem ainda muitos casos de animais, inclusivamente de espécies ameaçadas, que são alvejados intencionalmente”.
As fotografias da devolução já se encontram disponíveis na nossa página do facebook [VER]
A 18 de novembro foi devolvida à Natureza uma águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) no Campus da UTAD. Esta ave, transferida do Parque Biológico de Gaia, foi encontrada ferida por um particular em Lousada (Porto) e entregue pelo SEPNA no referido Parque. Chegou ao CRAS com história de disparo, que lhe causou um fratura numa das asas. O seu processo de recuperação incluiu tratamento cirúrgico e de suporte, alimentação adequada e, numa fase final, treino de voo e de caça, juntamente com outras águias-de-asa-redonda em recuperação.
A devolução à natureza decorreu na presença dos estudantes de ERASMUS-ESN da UTAD. Após uma breve explicação sobre a ecologia da espécie e dos perigos que enfrenta, um dos presentes teve o privilégio de devolver a ave de volta ao seu habitat natural.
Relembramos que é ilegal abater qualquer espécie animal protegida (DL nº 316/89 de 22 de Setembro, transposição para a legislação nacional da Convenção de Berna – Anexo II) e que existem leis específicas para regular a atividade cinegética (espécies animais e respetivas épocas e meios de caça).
Apesar de se notar uma evolução positiva, existem ainda muitos casos de animais, inclusivamente de espécies ameaçadas, que são alvejados intencionalmente”.
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Devolução à Natureza de peto-real (Picus viridis)
A 21 de novembro, foi devolvida à Natureza uma fêmea de peto-real (Picus viridis) no Campus da UTAD. Esta ave tinha sido encontrada ferida na sexta-feira, sendo depois encaminhada pelo SEPNA da Régua até ao CRAS HVUTAD para se proceder à sua recuperação. No exame físico apenas se detetaram ferimentos ligeiros, provavelmente como consequência de um ataque de predador. Após um dia de repouso no CRAS este exemplar foi devolvido à Natureza.
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Devolução à Natureza de gavião e pintassilgos
No passado dia 23 de Novembro foram devolvidos à Natureza um gavião (Accipiter nisus) e três pintassilgos (Carduelis carduelis) no Campus da UTAD. O gavião ingressou no CRAS após ter sido entregue por um particular que o tinha encontrado no galinheiro. Após exame clínico não se detetou qualquer tipo de lesão pelo que foi devolvido de imediato à Natureza. Já os pintassilgos deram entrada no CRAS em resultado de uma apreensão, efetuada pelo SEPNA de Vila Real, a um particular que os mantinha em casa ilegalmente. Pelo facto de se encontrarem em plena condição física e de manterem o comportamento selvagem, estes três exemplares foram devolvidos à Natureza.
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