Foto: Aula Magna UTAD
[Imprimir]
 
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) acolheu de 4 a 6 de Março, o II Congresso Nacional de Psicomotricidade sob o tema “Desafios da Psicomotricidade numa sociedade em mudança – da investigação à intervenção”, uma organização conjunta da Associação Portuguesa de Psicomotricidade (APP), em parceria com as Instituições de Ensino Superior que asseguram a formação de 1º ciclo em Reabilitação Psicomotora (Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e Universidade de Évora).
 
O II Congresso Nacional de Psicomotricidade pretende constituir-se como um fórum de divulgação e discussão para a comunidade dos Psicomotricistas mas também para os profissionais, académicos e investigadores interessados nas questões relativas à Psicomotricidade, possibilitando o debate sobre o estado atual do conhecimento nesta área científica e profissional. O mundo atual, plural, complexo e dinâmico, é marcado por profundos contrastes, geradores de uma diversidade de possibilidades e constrangimentos que condicionam os modos de adaptação e exigem também progressos nas respostas que a Intervenção Psicomotora pode aportar em termos preventivo, (re)educativo e terapêutico, para lidar com os esses novos problemas.
O evento contou com a participação de relevantes e reconhecidos nomes da Psicomotricidade a nível nacional e internacional, e de investigadores nacionais e internacionais de áreas científicas afins, como as neurociências. Destaca-se, por exemplo, a presença de Jean Michel Albaret da Universidade de Toulouse, de Franco Boscaini da Universidade de Verona e de Danbee Kim da Fundação Champalimaud, a nível internacional.
A iniciativa foi dirigida a estudantes e profissionais das áreas da Psicomotricidade, da Educação, da Reabilitação (Fisioterapia, Terapia Ocupacional e Terapia da Fala), da Psicologia, da Medicina (Neuropediatria, Pediatria e Saúde Mental) bem como a todos os que se interessam por esta área científica e profissional, como os utentes e familiares de utentes de serviços de Intervenção/Terapia Psicomotora, responsáveis institucionais das áreas da saúde, da educação e reabilitação de crianças, jovens, adultos e idosos.