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O Conselho Geral da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro aprovou na sua última reunião, a manutenção do valor da propina nos 1019 euros para o ano letivo de 2016/17. Esta medida vai de encontro ao parecer que a Associação Académica da UTAD tinha entregado à reitoria da academia transmontana defendendo o não aumento da propina, tendo em conta que “não houve alterações significativas na situação económica dos alunos que consentisse o aumento desse valor”, explicou André Coelho, presidente da direção da AAUTAD, que também é membro do conselho geral da UTAD, como um dos representantes dos alunos.
“Na realidade, o debate sobre o valor da propina foi bastante consensual, tendo-se decidido pela manutenção do valor pelo terceiro ano consecutivo”, explicou o dirigente, tendo ressalvado que “o ideal seria uma redução do valor da propina, mas sendo essa valia menor, poderia eventualmente comprometer o fundo de apoio social, situação que não queremos que aconteça, antes pelo contrário, queremos ver reforçado este fundo, mas desta vez não imputando aos estudantes o ónus dessa responsabilidade, mas tentar junto dos órgãos competentes reforçar o mesmo”.
 Por outro lado, o Conselho Geral aprovou também a alteração à proposta de revisão dos estatutos da UTAD, que prevê a inclusão de mais um estudante na composição do Conselho Geral, passando de três representantes dos alunos para quatro, naquele que é o órgão máximo da universidade transmontana.
 “Foi uma luta de há largos anos, no entanto, este ano conseguimos de facto, aumentar a representatividade dos alunos, uma vitória difícil, dada a resistência dos restantes membros do conselho”, finalizou André Coelho, que também fez parte da comissão encarregue de elaborar a proposta de elaboração dos estatutos da UTAD.
Fonte: AAUTAD