Foto: Aula Magna
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MOMENTO PARA ANTECIPAR UM FUTURO MELHOR

Decorreram a 24 de março as celebrações do 31º aniversário da UTAD que incluiram atos celebrativos inerentes à instituição e também a atribuição do grau Doutor Honoris Causa a Miguel Cadilhe.

A sessão foi aberta pelo reitor da UTAD, Fontainhas Fernandes, com uma intervenção muito marcada pelos desafios que o futuro reserva para o ensino superior e o papel que a UTAD se propõe assumir. Será “um futuro sempre desafiante – assegura o reitor – mas capaz de permitir à Universidade ser um agente crucial no sistema de inovação regional e nacional, com crescente presença internacional”. Afinal, como lembrou também, “a história e a experiência dos últimos tempos, aponta para que nos próximos anos, a Universidade tenha de pensar de modo global, a partir de um foco local e regional. É crucial consolidar dinâmicas coletivas de abertura à sociedade e à inovação, de acesso e partilha de informação, bem como de integração em redes de conhecimento nacionais e internacionais”

Para Fontainhas Fernandes vive-se hoje um tempo em que a Universidade é convocada para a “quarta revolução industrial, a era do digital”, que se espera “ser ainda mais disruptiva do que as anteriores, em especial no mercado de trabalho”. O futuro exige, por isso, da Universidade ambição. “Ambição para manter a sua crescente interação com as organizações e a economia do território, a abertura à sociedade e ao mundo, permitindo afirmar uma Universidade ainda mais comprometida com a coesão e a valorização do território”, disse também.

Da cerimónia fez ainda parte a tomada de posse dos diretores de departamento, dos presidentes dos Conselhos Científicos e Pedagógicos das Escolas e dos corpos sociais da Associação dos Antigos Estudantes da UTAD, assim como a entrega dos prémios aos melhores estudantes e dos diplomas de louvor aos funcionários que completaram 20 anos de serviço. O Presidente da Associação Académica, António Vasconcelos, usou igualmente da palavra reconhecendo a importância dos quatro pilares fundamentais em que a UTAD procura assentar o seu desenvolvimento: o eco campus e a sua persistência em assumir-se como uma universidade ecológica e amiga do ambiente, assim como o desporto, a cultura e a oferta educativa.

A encerrar as intervenções da sessão, falou o Presidente do Conselho Geral, Silva Peneda, enaltecendo o “sentimento de coesão e de confiança, quer interno, quer externo” que é hoje bem percetível na UTAD, para o que contribuiu a execução do plano estratégico dos últimos quatro anos, com uma forte preocupação reformadora. Sobre o futuro, disse também, “estamos a meio de um percurso, em que o mais difícil está sempre por fazer, pelo que o que vier a acontecer vai depender da permanência do espírito reformador evidenciado nos últimos quatro anos, fator essencial para o contínuo reforço da credibilidade da UTAD”.