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A internacionalização da Universidade, um dos eixos do Plano Estratégico da UTAD para o período 2017-21, esteve em debate na segunda jornada de reflexão realizada no passado dia 13 de fevereiro, que juntou cerca de 70 docentes, investigadores e outros trabalhadores da UTAD.

Nesta sessão, para além de um enquadramento geral sobre o tema, realizado pelo Vice-Reitor para o Planeamento e Internacionalização, Artur Cristóvão, abordando as razões para a internacionalização e as estratégias e medidas possíveis, houve lugar para uma partilha de experiências, a partilha de boas práticas da Universidade Coimbra, a apresentação dos projetos em curso geridos pelo Gabinete de Relações Internacionais e Mobilidade e o debate de medidas e oportunidades para o futuro.

As 11 “histórias” de internacionalização apresentadas por um painel que integrou estudantes da África do Sul, Brasil e Estados Unidos da América, docentes de várias Escolas e uma técnica do Gabinete de Comunicação e imagem, permitiram concluir que a internacionalização tem inegável valor para o desempenho profissional e académico, abrindo portas para múltiplas experiências e oportunidades, tendo também um significativo impacto em termos pessoais, sociais e culturais.

A Universidades de Coimbra, pela voz Vice-Reitora Madalena Alarcão, demonstrou a importância das cotutelas e da oferta de graus em conjunto com instituições de outros países, tendo destacado a necessidade de criar regulamentação e procedimentos claros. Referiu, nomeadamente, que a lei, embora não contemplando a criação de graus duplos, não a impede, dando o exemplo da sua Universidade, que oferece um programa de dupla titulação em Direito com a Universidade Federal da Bahia, assim como da Universidade de Évora, que oferece vária formações neste figurino com universidades de Espanha.

Lúcia Gonçalves, do Gabinete de Relações Internacionais e Mobilidade da UTAD, partilhou com os presentes todo um conjunto de possibilidade de mobilidade no espaço europeu e noutras geografias, decorrentes de vários projetos que envolvem consórcios universitários e protocolos académicos. Foi sublinhado que estas possibilidades se dirigem tanto a estudantes e docentes, como aos trabalhadores que desempenham funções técnicas, administrativas e outras.

Estas jornadas têm como grande objetivo a partilha de experiência e a criação de uma consciência coletiva, cada vez mais alargada, sobre a importância da internacionalização da UTAD, nos seus diferentes domínios de organização e ação, que permita gerar mais envolvimento e iniciativa.