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UTAD recebeu os novos estudantes numa sessão realizada no centro histórico do campus na presença do ministro da Ciência e Ensino Superior Manuel Heitor, a qual inaugurou a semana de integração, que tem lugar de 16 a 18 de setembro.

O reitor da UTAD, Fontainhas Fernandes, lançou o desafio aos novos estudantes de abraçarem a ambição da Universidade de criar um campus carbono zero até 2030. Esta aposta contempla um conjunto de roteiros ambientais que inclui diversas iniciativas. No plano da gestão da energia, um investimento de 3 milhões vai permitir diminuir a pegada ecológicas emissões de 70% e uma redução de cerca de 50% da despesa. No início do ano está previsto começar a requalificação do espaço urbano do campus que prevê a criação de uma ecovia que vai ligar o centro histórico do campus até ao centro da cidade. a ambiental da Universidade, transformando o campus da UTAD num laboratório vivo e experimental pensado à luz das universidades inteligentes. Já em outubro terá inicio a campanha “diz não ao plástico” programa “Diz não ao plástico”.

Por sua vez, o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior manifestou o seu agrado por este ano, pela primeira vez, mais de 50% dos jovens com 20 anos estar no ensino superior. “Estudar é um esforço, mas é um esforço que compensa”, sublinhou Manuel Heitor, exortando assim os novos estudantes: “Tragam mais jovens para o ensino superior. Ajudem a estender esta ideia de que estudar vale a pena”.

Usou também da palavra o presidente da AAUTAD, José Pinheiro, com uma nota de entusiasmo pelo aumento do número de estudantes, que, mais uma vez, a UTAD registou. “É um motivo de orgulho e demonstra bem como a nossa Universidade é atrativa e procurada”, afirmou.

Entretanto, o programa de integração prosseguiu, ainda no campus, com a atuação da tuna, um espectáculo do núcleo de estudantes de Teatro, atividades desportivas, e demonstrações de ciência ao ar livre. Nos dias seguintes, o programa será preenchido com múltiplas atividades, destacando-se a iniciativa “Descobre o teu curso” realizada em cada uma das escolas, assim como jogos sem fronteiras, um Peddy Paper e uma sessão com antigos alunos sobre empregabilidade da oferta educativa.