[Imprimir]

A internacionalização da Universidade, um dos eixos do Plano Estratégico da UTAD para o período 2017-21, esteve mais uma vez em debate, na terceira jornada de formação e reflexão, realizada no passado dia 12 de fevereiro, que juntou cerca de sete dezenas de estudantes, docentes, investigadores e outros trabalhadores da UTAD.

Nesta sessão, para além de um enquadramento geral sobre o tema, realizado pelo Vice-Reitor para o Planeamento e Internacionalização, Artur Cristóvão, que abordou as razões para a internacionalização e as estratégias e medidas possíveis, houve lugar a uma troca alargada de experiências, a partilha de boas práticas das Universidades do Minho e do Porto, a apresentação de iniciativas e oportunidades para o futuro.

Na intervenção, o Vice-Reitor da UTAD destacou que a internacionalização é um processo exigente e transversal à instituição, que requer o compromisso de toda a academia, do topo à base. Referiu exemplos vários que demonstram, tanto o valor das iniciativas individuais, de docente ou investigadores, como das que são desencadeadas por direções de departamento, curso ou unidade de investigação, ou pelas presidências de Escola ou pelo Reitor ou elementos da sua equipa.

Os 16 testemunhos de internacionalização, apresentados por dois painéis, um de manhã e outro de tarde,  que integraram estudantes da Argélia, Brasil, Marrocos e Portugal, docentes de várias Escolas, um técnico do Gabinete de Apoio a Projetos e um docente visitante da Universidade da Lapónia (Finlândia), permitiram concluir que a internacionalização tem inegável valor para o desempenho profissional e académico, abrindo portas para múltiplas experiências e oportunidades, tendo também um significativo impacto em termos pessoais, sociais e culturais.

A Universidades do Minho e Coimbra, pela voz das respetivas Diretoras dos Serviços de Relações Internacionais, respetivamente Beatriz Araújo e Bárbara Costa, apresentaram elementos sobre o perfil internacional da sua instituição, assim como um conjunto de práticas diversificadas de acolhimento e integração dos seus estudantes estrangeiros.

Estas jornada têm como grande objetivo a partilha de experiência e a criação de uma consciência coletiva, cada vez mais alargada, sobre a importância da internacionalização da UTAD, nos seus diferentes domínios de organização e ação, que permita gerar mais envolvimento e iniciativa.